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sexta-feira, 17 de maio de 2013
"O GUIA DEFINITIVO DO TURISTA ASSALTADO" #2 - Praia / "The Definite Guide Tourist Assaulted" # 2 - Beach
Domingo de sol é dia de praia, biquini, areia, calor, cerveja, petiscos e caipirinha. De fato, muitas caipirinhas. Essa é a rotina preferida dos turistas estrangeiros que visitam o Brasil. As praias do Rio de Janeiro e do nordeste são os destinos preferidos dos americanos e europeus. E estando envolvidos neste clima afrodisíaco, a maioria dos turistas esquece algumas coisas básicas como, por exemplo, a segurança. Não estou falando dos arrastões, pois nesse caso, não tem como fugir da onda, mas dos cuidados básicos com suas carteiras e, principalmente, como não ser enganado pelos comerciantes.
O americano jack Bauer, policial aposentado de Nova Iorque, pergunta: quais os cuidados que devo ter na praia ?
R - Meu caro Jack, sua segurança nas praias depende só de sua atenção. Por mais que o local seja uma delícia, alguns perigos estão presentes.
Bolsas e carteiras - deixe seus documentos sempre à vista. De preferência, vá para a praia com o mínimo possível de documentos e prefira pagar as contas com o cartão de crédito, evitando andar com muito dinheiro.
Saúde - nem todas as praias têm suas areias tratadas. Infelizmente, muitos brasileiros ainda não aprenderam que levar cachorro para a praia é um perigo para a saúde de todos. Ande sempre de sandália, pois dependendo da festa realizada na noite anterior, cacos de vidro e garrafas poderão estar escondidos ou jogados na areia.
Quiosques - a maioria dos comerciantes é honesta mas não custa conferir a conta e o que foi realmente consumido. Anote à parte todos os seus pedidos.
Se, por um acaso, a sua reclamação não for aceita, não desanime. Respire fundo e diga com calma essas palavras mágicas: "Ok. Vamos chamar a polícia para esclarecer essa dúvida ?"
Acredite: essa frase funciona mais do que as mágicas do Harry Potter.
"The DEFINITIVE GUIDE TOURIST ASSAULTED" # 2 - Beach
Sunny Sunday is a day of beach, bikini, sand, heat, beer, snacks and caipirinhas. In fact, many caipirinhas. This is the preferred routine of foreign tourists who visit Brazil. The beaches of Rio de Janeiro and the Northeast are the favorite destinations for Americans and Europeans. And being involved in this climate aphrodisiac, most tourists forget some basic things, eg, security. I'm not talking trawlers, in which case, I can not escape the wave, but basic care with their wallets, and especially how not to be cheated by traders.
The American Jack Bauer, a retired police officer from New York asks: what care should I have at the beach?
R - My dear Jack, your safety depends only on the beaches of your attention. As much as the place is a delight, some hazards are present.
Bags and wallets - let your documents always in sight. Preferably, go to the beach with the least possible documents and prefer to pay bills with a credit card, avoiding walking with too much money.
Health - not all beaches have treated its sands. Unfortunately, many Brazilians still have not learned to take the dog to the beach is a danger to everyone's health. Walk straight sandal, because depending on the party held the night before, broken glass and bottles may be hidden or played in the sand.
Kiosks - most merchants are honest but it never hurts to check the bill and what was actually consumed. Write down the part of all your requests.
If, by chance, your claim is not accepted, do not be discouraged. Breathe deeply and calmly say those magic words: "Okay, let's call the police to clarify this doubt?"
Believe me, this phrase works more than the magic of Harry Potter.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Brasileiro bom de grana !
O destaque de hoje dos telejornais e na Internet é o volume de dinheiro gasto no exterior pelos turistas brasileiros em 2012: US$ 22 bilhões.
Isso mesmo, 22 bilhões de dólares ou, 45 bilhões de reais foram gastos em compras, transportes, estadia, etc.
Não é de hoje que viajar para o exterior, muitas vezes, acaba sendo mais barato do que viajar pelo Brasil. Aqui, além do famoso "custo Brasil" o turista tem que se sujeitar a pagar mais caro, precisamente, em tudo o que comprar.
No ínicio do ano, por exemplo, vimos inúmeras reportagens mostrando que a cerveja e o refrigerante vendidos nas praias custavam mais 100% em relação ao preço comercializado nos supermercados. Além disso, hotéis e pousadas aumentam violentamente seus preços na temporada.
Uma boa parte desse gasto no exterior poderia ser contabilizado como importação. Sim, isso mesmo, muitos turistas que foram para Nova Iorque, por exemplo, voltaram com as malas lotadas de produtos para serem revendidos aos amigos e parentes à preços inferiores aos praticados aqui.
Se não fossem os impostos somados à ganância do empresariado brasileiro, com certeza, uma boa parte desse dinheiro que ficou lá fora estaria sendo gasto por aqui mesmo. Se o turista for para Nova Iorque e trazer alguns produtos como iPhone ou iPad para serem revendidos aqui, rapidamente ele quita metade dos custos da viagem. Isso sem contar perfumes, maquiagem e roupas para as mulheres, tênis para as crianças e equipamento eletrônicos para os homens.
A verdade é que o brasileiro gastou e vai continuar gastando muito lá fora. Isso até o momento que o governo e o empresariado em geral tomarem vergonha na cara em relação aos impostos praticado nessa doce - e bondosa - pátria mãe gentil.
Isso mesmo, 22 bilhões de dólares ou, 45 bilhões de reais foram gastos em compras, transportes, estadia, etc.
Não é de hoje que viajar para o exterior, muitas vezes, acaba sendo mais barato do que viajar pelo Brasil. Aqui, além do famoso "custo Brasil" o turista tem que se sujeitar a pagar mais caro, precisamente, em tudo o que comprar.
No ínicio do ano, por exemplo, vimos inúmeras reportagens mostrando que a cerveja e o refrigerante vendidos nas praias custavam mais 100% em relação ao preço comercializado nos supermercados. Além disso, hotéis e pousadas aumentam violentamente seus preços na temporada.
Uma boa parte desse gasto no exterior poderia ser contabilizado como importação. Sim, isso mesmo, muitos turistas que foram para Nova Iorque, por exemplo, voltaram com as malas lotadas de produtos para serem revendidos aos amigos e parentes à preços inferiores aos praticados aqui.
Se não fossem os impostos somados à ganância do empresariado brasileiro, com certeza, uma boa parte desse dinheiro que ficou lá fora estaria sendo gasto por aqui mesmo. Se o turista for para Nova Iorque e trazer alguns produtos como iPhone ou iPad para serem revendidos aqui, rapidamente ele quita metade dos custos da viagem. Isso sem contar perfumes, maquiagem e roupas para as mulheres, tênis para as crianças e equipamento eletrônicos para os homens.
A verdade é que o brasileiro gastou e vai continuar gastando muito lá fora. Isso até o momento que o governo e o empresariado em geral tomarem vergonha na cara em relação aos impostos praticado nessa doce - e bondosa - pátria mãe gentil.
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